
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que a entidade está preparando diretrizes rigorosas para combater a perda de tempo deliberada no futebol. A meta é garantir que o tempo de bola rolando seja significativamente maior na próxima edição do Mundial, seguindo a tendência de acréscimos mais longos observada recentemente.
O que muda no campo?
A estratégia da federação internacional foca em três pilares principais para desencorajar o antijogo:
- Cálculo preciso de acréscimos: O tempo gasto em comemorações de gols, substituições e atendimentos médicos será monitorado com maior rigor para ser reposto integralmente ao final de cada tempo.
- Punições disciplinares: Árbitros serão orientados a punir com cartões amarelos, de forma mais precoce, goleiros e jogadores que retardarem reinícios de jogo (tiros de meta, laterais e faltas).
- Combate à “cera” médica: Haverá uma fiscalização maior sobre atletas que solicitam atendimento apenas para interromper o ritmo da partida.
O objetivo de Infantino
Segundo o dirigente, o foco é a valorização do espetáculo e o respeito ao torcedor. A ideia é que o público pague para ver futebol de verdade, e não relógios parados. Essa postura reforça o compromisso da Fifa em modernizar a dinâmica do esporte, tornando o tempo útil de jogo mais próximo dos 90 minutos regulamentares.















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