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Mauro evita antecipar apoio a eventual contestação eleitoral e aguarda Flávio Bolsonaro

Mauro evita antecipar apoio a eventual contestação eleitoral e aguarda Flávio Bolsonaro

O senador Mauro Mendes (União) evitou antecipar, na noite deste domingo (25), se apoiará uma eventual contestação do resultado das eleições após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para Lula (PT). Ele afirmou que só deverá se posicionar caso surjam fatos concretos que sustentem uma medida desse tipo.

Questionado sobre o resultado e sobre a possibilidade de Flávio Bolsonaro não reconhecer as urnas, Mauro disse que aguardará um pronunciamento do candidato antes de fazer qualquer avaliação.

Senador diz que não se posicionará com base em possibilidades

Mauro Mendes afirmou que não pretende antecipar apoio a uma eventual contestação do resultado eleitoral. Segundo o senador, qualquer posicionamento dependeria da existência de fatos concretos relacionados à medida.

A declaração foi dada após questionamentos sobre a possibilidade de Flávio Bolsonaro ou seus aliados contestarem o resultado das urnas, em meio a alegações de uma suposta interferência do Supremo Tribunal Federal (STF) no processo eleitoral.

Mauro cita resultado oficial e aguarda pronunciamento de Flávio

Ao ser questionado sobre quais fatos concretos estariam relacionados ao resultado, Mauro mencionou o resultado oficial divulgado pela Justiça Eleitoral. O senador disse que, antes de se posicionar, é necessário esperar uma manifestação de Flávio Bolsonaro.

Mauro também evitou prever se o candidato reconhecerá o resultado das urnas. Ele afirmou que Flávio deveria fazer algum pronunciamento em breve, mas ressaltou que não poderia antecipar o conteúdo da manifestação.

Questionamentos citados envolvem decisão sobre prazo de votação

As declarações ocorrem em meio a questionamentos levantados por apoiadores de Flávio Bolsonaro sobre uma suposta interferência do STF no processo eleitoral. A contestação mencionada está relacionada à decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar em duas horas o prazo para votação.

Segundo a fonte, a decisão liminar atendeu a um pedido da coligação de Lula e provocou contestamento por parte da equipe de Flávio.

Fonte: EN Política.

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