Um servidor da MTI, de 47 anos, foi preso preventivamente na segunda-feira (19), em Cuiabá, suspeito de importunação sexual contra uma colega de trabalho. Segundo a Polícia Civil, depois de ter as investidas rejeitadas, ele teria passado a intimidar a mulher e a agir de forma hostil no ambiente profissional.
A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) também apontou possível descumprimento de determinações judiciais. O suspeito estaria proibido de manter contato com a vítima e com testemunhas, mas teria acionado terceiros para abordar uma testemunha no local de trabalho.
Investigação apontou intimidação no ambiente de trabalho
A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), que investigou a suspeita de importunação sexual e a conduta do servidor após a rejeição das investidas. De acordo com a Polícia Civil, a postura atribuída a ele teria alterado o ambiente profissional da colega, com episódios de intimidação e tratamento hostil.
Além da suspeita relacionada à colega, o caso incluiu a apuração de possíveis violações de restrições determinadas pela Justiça. A ordem proibia o investigado de manter contato com a vítima e com testemunhas, inclusive por intermédio de outras pessoas.
Suposto contato com testemunha levou à prisão preventiva
Segundo a investigação, o servidor teria recorrido a outras pessoas para abordar uma testemunha no local de trabalho, apesar da proibição judicial. A suspeita de violação das restrições foi considerada pela Justiça na análise do pedido de prisão.
A decisão levou em conta os indícios de descumprimento das medidas, o risco de interferência na produção de provas e a avaliação de que as cautelares anteriores não eram suficientes. Com isso, foi determinada a prisão preventiva do investigado.
Segundo investigado foi preso por ameaças contra ex-companheira
Na manhã de quarta-feira (21), a Polícia Civil prendeu preventivamente outro homem, de 35 anos, no bairro Cidade Verde, em Cuiabá. Ele é investigado por descumprir medidas protetivas concedidas à ex-companheira.
Conforme o relato da vítima, o suspeito teria ido sem autorização à residência dela e feito ameaças de morte. A aproximação teria ocorrido apesar de uma determinação judicial que o proibia de se aproximar ou manter contato com a mulher.
Presos foram encaminhados para unidade de custódia
Após as prisões, os dois investigados foram encaminhados à Gerência de Custódia e Escolta Metropolitana de Cuiabá. Eles permaneceram à disposição da Justiça.
Fonte: EN Segurança.















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