Uma ação integrada entre as polícias Civis de Mato Grosso e de São Paulo e a Polícia Boliviana identificou cinco brasileiros foragidos da Justiça que estavam escondidos em uma residência em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
Os suspeitos foram presos em flagrante por policiais bolivianos após denúncias e tiveram a situação confirmada com o apoio do Núcleo de Inteligência da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, de Mato Grosso.
Denúncias levaram policiais a residência em Santa Cruz de la Sierra
As investigações começaram depois que as forças de segurança receberam denúncias sobre os suspeitos. Durante as diligências, policiais bolivianos abordaram cinco pessoas em uma residência na cidade de Santa Cruz de la Sierra.
Os cinco foram presos em flagrante no imóvel. Depois das prisões, a equipe de inteligência boliviana acionou a Polícia Civil de Mato Grosso para auxiliar na identificação dos detidos.
Dados de Mato Grosso confirmaram mandados de prisão no Brasil
O Núcleo de Inteligência da Gerência Estadual de Polinter e Capturas repassou os dados necessários para a checagem. A consulta confirmou que os cinco detidos eram brasileiros e tinham mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça brasileira.
O grupo é formado por um jovem de 23 anos, natural de Santa Catarina; outro de 23 anos, natural de São Paulo; um terceiro de 25 anos, também de Santa Catarina; um homem de 38 anos, natural de São Paulo; e um suspeito de 26 anos, natural do Maranhão.
Cooperação com países vizinhos é ampliada, diz delegado
Segundo o delegado da Polinter, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, o Núcleo de Inteligência tem intensificado a cooperação com forças de segurança de países vizinhos para localizar e capturar brasileiros procurados pela Justiça.
O delegado afirmou que a parceria realizada ao longo de 2026 permitiu identificar diversos integrantes de facções criminosas escondidos na Bolívia. De acordo com ele, quase todos os alvos mapeados têm mandados de prisão em aberto no Brasil por crimes como homicídio, tráfico de drogas, roubo e organização criminosa.
Fonte: EN Segurança.















Leave a Reply