A Polícia Civil realizou nesta terça-feira (20) uma nova fase da Operação Circuito Fechado para combater o furto de energia elétrica em estabelecimentos comerciais de Várzea Grande. Durante a fiscalização em 12 locais, as equipes identificaram ligações clandestinas e adulterações em medidores de consumo.
Seis pessoas apontadas como proprietárias ou responsáveis pelos estabelecimentos foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos e autuadas por furto qualificado mediante fraude. Um dos suspeitos também foi flagrado com uma arma de fogo adulterada.
Fiscalização encontrou ligações clandestinas em 12 estabelecimentos
A ação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), em parceria com a concessionária de energia elétrica e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Foram fiscalizadas distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias.
As equipes encontraram ligações diretas na rede elétrica, conhecidas como “gatos”, além de manipulação dos medidores para que registrassem um consumo inferior ao real.
Seis responsáveis foram autuados e um suspeito tinha arma adulterada
As seis pessoas identificadas como proprietárias ou responsáveis pelos locais fiscalizados foram levadas à delegacia para prestar esclarecimentos e autuadas por furto qualificado mediante fraude, segundo a Polícia Civil. Um dos suspeitos também foi encontrado com uma arma de fogo adulterada e deverá responder por esse crime.
O delegado responsável pela ação, Sérgio Luís Henrique Almeida, informou que o prejuízo causado pelas fraudes à concessionária é estimado em aproximadamente R$ 180 mil.
Operação reuniu mais de 50 profissionais e alertou para riscos das ligações clandestinas
Segundo o delegado, o furto de energia pode afetar não apenas a concessionária, mas também as contas dos demais consumidores. As ligações clandestinas ainda representam riscos de curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento.
A operação mobilizou mais de 50 profissionais, entre policiais, peritos e técnicos. A Polícia Civil informou que as fiscalizações integradas buscam identificar e interromper práticas ilegais relacionadas ao consumo de energia elétrica.
O nome Circuito Fechado faz referência ao conceito da engenharia elétrica e ao cerco policial montado para fiscalizar os estabelecimentos suspeitos. Suspeitas de irregularidades podem ser comunicadas à Polícia Civil ou à concessionária responsável pelo fornecimento.
Fonte: EN Segurança.
















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